PROCISSÃO DE ENTRADA
O corpo de Sua Eminência, o Dom Pietro Albuquerque Cardeal Ferraz, é recebido na Catedral Metropolitana de São José e segue em procissão ao altar. Vão à frente os cerimoniários e o Clero e logo depois o Dom Lucas H. Salles, devidamente paramentado com pluvial roxo. Neste meio tempo, canta-se a Ladainha de Todos os Santos.
Chegando próximo ao altar da Catedral, todos fazem reverência.
Coloca-se o corpo do Cardeal Ferraz em um local devidamente preparado em frente ao altar da Catedral.
ASPERSÃO E INCENSAÇÃO
Ao final da Ladainha de Todos os Santos, estando o Bispo diante do corpo do Eminentíssimo, asperge o corpo com água benta e incensa-o. Enquanto isso, canta-se um canto apropriado (Sl 41(42)).
EVANGELHO
Mt 5, 1-12a
Terminada a aspersão e incensação do corpo do Eminentíssimo, faz-se a leitura do santo Evangelho, ao qual todos ouvem de pé.
O diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Sac.: Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca
e no peito.
O povo aclama:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo,
ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte e sentou-Se.
Rodearam-n’O os discípulos
e Ele começou a ensiná-los, dizendo: "Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados os humildes,
porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que choram,
porque serão consolados.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração,
porque verão a Deus.
Bem-aventurados os que promovem a paz,
porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa,
vos insultarem, vos perseguirem
e, mentindo, disserem todo o mal contra vós.
Alegrai-vos e exultai,
porque é grande nos Céus a vossa recompensa".
ORAÇÃO DA COMUNIDADE
Após um breve momento de silêncio pessoal, o Cardeal introduz à oração dos fiéis.
Pres.: Oremos ao Senhor da vida e da morte,
pedindo-lhe em favor de todos os fiéis defuntos
e pela paz dos que os choram com saudade de
seus parentes e amigos falecidos, dizendo, com
humildade:
Ass.: Senhor dos vivos e dos mortos, ouvi-nos.
Leitor: Pelos bispos, padres e diáconos, que
exerceram o seu ministério em nosso meio, para
que Deus seja a sua glória e o seu prêmio,
oremos.
Ass.: Senhor dos vivos e dos mortos, ouvi-nos.
Leitor: Por todos os nossos familiares e amigos
falecidos, para que, na manifestação de Cristo
Redentor, possam contemplar a Deus face a
face, oremos.
Ass.: Senhor dos vivos e dos mortos, ouvi-nos.
Leitor: Pelos que se dedicaram à vida pública e
social e por aqueles que lutaram por maior
justiça e fraternidade, para que o Senhor os
recompense dos seus trabalhos, oremos.
Ass.: Senhor dos vivos e dos mortos, ouvi-nos.
Leitor: Pelos que choram a morte de seus entes
queridos, para que sejam consolados pela
promessa da imortalidade, oremos.
Ass.: Senhor dos vivos e dos mortos, ouvi-nos.
Pres.: Deus eterno e cheio de bondade, que criastes
o ser humano à vossa imagem e semelhança,
dai a luz e a paz da vossa presença àqueles que
já partiram deste mundo e concedei a
consolação da futura imortalidade aos
pequeninos a quem revelastes os vossos
mistérios. Por Cristo Senhor nosso.
Ass.: Amém!
ORAÇÃO DO SENHOR
Todos rezam o Pai-Nosso, após a seguinte introdução:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Ó Deus, glória dos fiéis e
vida dos justos, que nos remistes pela morte e
ressurreição do vosso Filho, concedei benigno
aos nossos irmãos e irmãs defuntos que, tendo
acreditado no mistério da nossa ressurreição,
mereçam alcançar as alegrias da bem-aventurança eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: Amém!
BÊNÇÃO FINAL
Depois de um breve momento de silêncio, faz-se a comum oração de encomendação.
O Bispo diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote estende as mãos sobre o povo, e diz:
Pres.: Deus, criador e Pai, que na ressurreição do seu
Filho deu aos que creem a esperança na
ressurreição, derrame sobre vós a sua benção.
Ass.: Amém.
Pres.: Cristo, que nos redimiu por sua cruz, vos
renove em seu amor e conceda aos que
morreram a luz e a paz.
Ass.: Amém.
Pres.: O Espírito Consolador conceda desfrutar a
felicidade prometida a vós que esperais a vinda
gloriosa do Senhor.
Ass.: Amém.
E abençoa todo o povo, acrescentando:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe!
Ou:
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor!
Ou:
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida!
Ou:
Diác. ou Pres.: Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe!
Ou:
Diác. ou Pres.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe!
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica omite-se o rito de despedida.


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