PRIMICIAS EPISCOPAIS
Dom Heitor Lopes
BISPO TITULAR DE CIRENE
E AUXILIAR DO CEARÁ
Basílica de São Francisco das Chagas
Canindé, 02.03.2026
- Segunda-Feira da II semana da Quaresma -
ENTRADA SOLENE
O Bispo, paramentado com as vestes corais, antes de entrar no Templo, beija a cruz que lhe é apresentada pelo pároco.
Asperge o povo ao longo da nave central.
Ao chegar no altar, faz a reverência como sinal de veneração e dirige-se ao lugar onde está o Santíssimo Sacramento.
Quando chegar, retira o barrete e o solidéu e ajoelha-se e reza por alguns instantes.
RITOS INICIAS
Paramentos roxos.
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
C. In nómine Patris, et Fílii, et Spíritus Sancti.
R. Amen.
C. Pax vobis.
R. Et cum spíritu tuo.
Ato Penitencial
C. Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados
para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Confessemos os nossos pecados:
Todos:
Confesso a Deus todo-poderoso
e a vós, irmãos e irmãs,
que pequei muitas vezes
por pensamentos e palavras,
atos e omissões,
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,
E peço à Virgem Maria,
aos Anjos e Santos
e a vós, irmãos e irmãs,
que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal.
C. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,
perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
R. Amém.
Segue-se com as invocações.
V. Kýrie, eléison.
R. Kýrie, eléison.
V. Christe, eléison.
R. Christe, eléison.
V. Kýrie, eléison.
R. Kýrie, eléison.
Oração da Coleta
C. OREMOS
Faz-se um breve silêncio e continua:
Ó Deus, que pela vossa graça
já nos dais na terra participar dos bens do céu,
guiai-nos de tal modo nesta vida
que possamos chegar à luz em que habitais.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
R. Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
Primeira Leitura
Mq 7,14-15.18-20
L. Leitura da Profecia de Miqueias
Apascenta o teu povo com o cajado da autoridade,
o rebanho de tua propriedade,
os habitantes dispersos pela mata
e pelos campos cultivados;
que eles desfrutem a terra de Basã e Galaad,
como nos velhos tempos.
E, como foi nos dias
em que nos fizeste sair do Egito,
faze-nos ver novos prodígios.
Qual Deus existe, como tu,
que apagas a iniquidade
e esqueces o pecado
daqueles que são resto de tua propriedade?
Ele não guarda rancor para sempre,
o que ama é a misericórdia.
Voltará a compadecer-se de nós,
esquecerá nossas iniquidades
e lançará ao fundo do mar
todos os nossos pecados.
Tu manterás fidelidade a Jacó
e terás compaixão de Abraão,
como juraste a nossos pais,
desde tempos remotos.
L. Palavra do Senhor.
R. Graças a Deus.
Salmo Responsorial
Sl 102(103),1-2.3-4.9-10.11-12 (R. 8a)
R. O Senhor é indulgente e favorável.
Bendize, ó minha alma, ao Senhor, *
e todo o meu ser, seu santo nome!
Bendize, ó minha alma, ao Senhor, *
não te esqueças de nenhum de seus favores! R.
Pois ele te perdoa toda culpa, *
e cura toda a tua enfermidade;
da sepultura ele salva a tua vida *
e te cerca de carinho e compaixão; R.
Não fica sempre repetindo as suas queixas, *
nem guarda eternamente o seu rancor.
Não nos trata como exigem nossas faltas, *
nem nos pune em proporção às nossas culpas. R.
Quanto os céus por sobre a terra se elevam, *
tanto é grande o seu amor aos que o temem;
quanto dista o nascente do poente, *
tanto afasta para longe nossos crimes. R.
Aclamação ao Evangelho
Lc 15,18
R. Salve, ó Cristo, imagem do Pai,
a plena verdade nos comunicai!
V. Vou voltar e encontrar o meu pai e direi:
meu pai, eu pequei contra o céu e contra ti.
O diácono ou o presbitério, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do bispo, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O bispo diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios
para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:
em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono ou presbítero faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
Evangelho
Lc 15,1-3.11-32
L. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
L. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
R. Glória a vós, Senhor.
Enquanto isso o proclamador incensa o evangelho, e prossegue com a leitura:
Naquele tempo,
os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus. "Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles". Então Jesus contou-lhes esta parábola: "Um homem tinha dois filhos. O filho mais novo disse ao pai: 'Pai, dá-me a parte da herança que me cabe'. E o pai dividiu os bens entre eles. Poucos dias depois,
o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. Quando tinha gasto tudo o que possuía, houve uma grande fome naquela região, e ele começou a passar necessidade. Então foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. O rapaz queria matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam. Então caiu em si e disse: 'Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome'. Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: 'Pai, pequei contra Deus e contra ti; já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados'. Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão.Correu-lhe ao encontro, abraçou-o, e cobriu-o de beijos. O filho, então, lhe disse: 'Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho'. Mas o pai disse aos empregados: 'Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés. Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado'. E começaram a festa. O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo. O criado respondeu: 'É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com saúde'. Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. Ele, porém, respondeu ao pai: 'Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado' Então o pai lhe disse: 'Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado' ".
L. Palavra da Salvação.
R. Glória a vós, Senhor.
Em seguida, faz-se a homilia, destacando especialmente o evangelho.
Terminada a homilia, faz-se o ofertório.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Ofertório
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde,
sejamos, Senhor, acolhidos por vós;
e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido
que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Em seguida incensa-se as oferendas e circundeia o altar incensando-o.
Por fim, o celebrante entrega o turíbulo ao diácono, que o incensa, bem como os que o concelebram.
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote diz:
C. Orai, irmãos e irmãs,
para que o meu e vosso sacrifício
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
R. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,
para glória do seu nome,
para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Sobre as Oferendas
C. Senhor, por este sacramento
venham até nós os frutos da redenção;
que eles sempre nos afastem dos excessos humanos
e nos conduzam aos dons da salvação.
Por Cristo, nosso Senhor.
R. Amém.
Prafácio
O sentido espiritual da Quaresma
C. Dóminus vobíscum.
R. Et cum spíritu tuo.
C. Sursum corda.
R. Habémus ad Dóminum.
C. Grátias agámus Dómino Deo nostro.
R. Dignum et iustum est.
Na verdade, é digno e justo,
é nosso dever e salvação dar-vos graças,
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
Deus eterno e todo-poderoso,
por Cristo, Senhor nosso.
Todos os anos concedeis a vossos fiéis
a graça de se prepararem para celebrar os sacramentos pascais,
na alegria de um coração purificado,
para que, dedicando-se mais intensamente
à oração e às obras de caridade
e celebrando os mistérios pelos quais renasceram,
alcancem a plenitude da filiação divina.
Por isso, com os Anjos e Arcanjos,
os Tronos e as Dominações
e todos os coros celestes,
entoamos o hino da vossa glória,
cantando a uma só voz:
Em seguida, entoa-se:
Santo, Santo, Santo,
Senhor, Deus do universo!
O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor!
Hosana nas alturas!
Oração Eucarística I ou Cânon Romano
Sem respostas.
CP. Pai de misericórdia,
a quem sobem nossos louvores,
suplicantes, vos rogamos e pedimos
por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas,
este sacrifício puro e santo,
que oferecemos,
antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica:
concedei-lhe paz e proteção,
unindo-a num só corpo
e governando-a por toda a terra,
em comunhão com vosso servo o Papa Bento,
comigo, vosso indigno servo
e por meu irmão Bergoglio, bispo desta Igreja,
e todos os que guardam a fé católica
que receberam dos Apóstolos.
1C. Lembrai-vos, ó Pai,
dos vossos filhos e filhas N. N.
e de todos os que circundam este altar,
dos quais conheceis a fé
e a dedicação ao vosso serviço.
Por eles nós vos oferecemos
e também eles vos oferecem
este sacrifício de louvor
por si e por todos os seus,
e elevam a vós as suas preces,
Deus eterno, vivo e verdadeiro,
para alcançar o perdão de suas faltas,
a segurança em suas vidas
e a salvação que esperam.
2C. Em comunhão com toda a Igreja,
celebramos em primeiro lugar
a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo,
a gloriosa sempre Virgem Maria,
a de seu esposo São José,
e também a dos Santos Apóstolos e Mártires:
Pedro e Paulo, André,
(Tiago e João,
Tomé, Tiago e Filipe,
Bartolomeu e Mateus,
Simão e Tadeu,
Lino, Cleto, Clemente,
Sisto, Cornélio e Cipriano,
Lourenço e Crisógono,
João e Paulo,
Cosme e Damião)
e a de todos os vossos Santos.
Por seus méritos e preces
concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
CP. Aceitai, ó Pai, com bondade,
a oblação dos vossos servos
e de toda a vossa família;
dai-nos sempre a vossa paz,
livrai-nos da condenação eterna
e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
CC. Quam oblatiónem tu, Deus, in ómnibus,
quǽsumus, benedíctam, adscríptam,
ratam, rationábilem, acceptabilémque
fácere dignéris: ut nobis Corpus et San-
guis fiat dilectíssimi Fílii tui, Dómini
nostri Iesu Christi.
Qui, prídie quam paterétur, accépit pa-
nem in sanctas ac venerábiles manus
suas, et elevátis óculis in cælum ad te
Deum Patrem suum omnipoténtem, tibi
grátias agens benedíxit, fregit, dedítque
discípulis suis, dicens:
ACCÍPITE ET MANDUCÁTE EX HOC
OMNES: HOC EST ENIM CORPUS MEUM,
QUOD PRO VOBIS TRADÉTUR.
Símili modo, postquam cenátum est,
accípiens et hunc præclárum cálicem in
sanctas ac venerábiles manus suas,
item tibi grátias agens benedíxit, dedít-
que discípulis suis, dicens:
ACCÍPITE ET BÍBITE EX EO OMNES: HIC
EST ENIM CALIX SÁNGUINIS MEI NOVI
ET ÆTÉRNI TESTAMÉNTI, QUI PRO
VOBIS ET PRO MULTIS EFFUNDÉTUR IN
REMISSIÓNEM PECCATÓRUM.
HOC FÁCITE IN MEAM
COMMEMORATIÓNEM.
C. Mistério da fé!
R. Anunciamos, Senhor, a vossa morte
e proclamamos a vossa ressurreição.
Vinde, Senhor Jesus!
CC. Celebrando, pois, a memória
da bem-aventurada paixão do vosso Filho,
da sua ressurreição dentre os mortos
e gloriosa ascensão aos céus,
nós, vossos servos,
e também vosso povo santo,
vos oferecemos, ó Pai,
dentre os bens que nos destes,
o sacrifício puro, santo e imaculado,
Pão santo da vida eterna
e Cálice da perpétua salvação.
Recebei, ó Pai,
com olhar benigno, esta oferta,
como recebestes os dons do justo Abel,
o sacrifício de nosso patriarca Abraão
e a oblação pura e santa
do sumo sacerdote Melquisedeque.
Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente,
que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença,
no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo,
para que todos nós, participando deste altar
pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
3C. Lembrai-vos, ó Pai,
dos vossos filhos e filhas
que nos precederam com o sinal da fé
e dormem o sono da paz.
A eles, e a todos os que descansam no Cristo,
concedei o repouso, a luz e a paz.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
4C. E a todos nós pecadores,
que esperamos na vossa infinita misericórdia,
concedei, não por nossos méritos,
mas por vossa bondade,
o convívio dos Apóstolos e Mártires:
João Batista e Estêvão,
Matias e Barnabé,
(Inácio, Alexandre,
Marcelino e Pedro,
Felicidade e Perpétua,
Águeda e Luzia,
Inês, Cecília, Anastácia)
e de todos os vossos Santos..
Por Cristo, nosso Senhor.
CP. Por ele
não cessais de criar, santificar, vivificar,
abençoar estes bens
e distribuí-los entre nós.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC. Por Cristo, com Cristo, e em Cristo,
a vós, Deus Pai todo-poderoso,
na unidade do Espírito Santo,
toda honra e toda glória,
por todos os séculos dos séculos.
Rito da Comunhão
C. Præcéptis salutáribus móniti, et divína
institutióne formáti, audémus dícere:
E todos prosseguem com o celebrante:
Pater Noster, qui es in cælis:
sanctificétur nomen tuum;
advéniat regnum tuum; fiat
volúntas tua, sicut in cælo, et
in terra. Panem nostrum cotidiánum da
nobis hódie; et dimítte nobis débita
nostra, sicut et nos dimíttimus debitó-
ribus nostris; et ne nos indúcas in ten-
tatiónem; sed líbera nos a malo.
E o celebrante prossegue sozinho:
C. Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
e dai-nos hoje a vossa paz.
Ajudados pela vossa misericórdia,
sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos,
enquanto aguardamos a feliz esperança
e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
R. Vosso é o reino,
o poder e a glória para sempre!
C. Senhor Jesus Cristo,
dissestes aos vossos Apóstolos:
Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.
Não olheis os nossos pecados,
mas a fé que anima vossa Igreja;
dai-lhe, segundo o vosso desejo,
a paz e a unidade.
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
R. Amém.
C. A paz do Senhor esteja sempre convosco.
R. O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
O celebrante parte a espécie eucaristica e coloca uma pequena parte no cálice, enquanto diz silenciosamente:
C. Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,
o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber,
nos faça participar da vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.
Em seguida, o celebrante reza em silêncio:
C. Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,
que, cumprindo a vontade do Pai
e agindo com o Espírito Santo,
pela vossa morte destes vida ao mundo,
livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue
dos meus pecados e de todo mal;
dai-me cumprir sempre a vossa vontade
e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
C. Eis o Cordeiro de Deus,
que tira o pecado do mundo.
R. Senhor, eu não sou digno
de que entreis em minha morada,
mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona de Comunhão - Cf. Ez 33,11
Filho, era preciso festejar e alegrar-nos,
porque este teu irmão estava morto e tornou a viver,
estava perdido e foi encontrado.
O celebrante comunga as espécies.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
o Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
Após isso, o celebrante pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Depois da Comunhão
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz:
OREMOS.
C. Senhor, o divino sacramento que recebemos
penetre o íntimo do nosso coração
e nos faça participar da sua força.
Por Cristo, nosso Senhor.
R. Amém.
RITOS FINAIS
Faz-se breves avisos.
Benção
Na Missa pontifical, o celebrante recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
C. Dóminus vobíscum.
R. Et cum spíritu tuo.
C. Sit Nomen Dómini benedictum.
R. Ex hoc nunc et usque in saéculum.
C. Adjutórium nostrum in nómine Dómini.
R. Qui fecit caelum et terram.
Então o celebrante recebe o báculo, e diz:
C. Benedicat vos omnipotens Deus:
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pater, ✠ et Filius, ✠ et Spíritus ✠ Sanctus.
R. Amen.
Depois, o diácono ou o próprio celebrante diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
R. Graças a Deus.
Então o celebrante beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
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