SANTA MISSA
POSSE CÂNONICA DO PE. GUILHERME LUCCHESE
Ritos Iniciais
C. Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
R. Amém.
C. A paz esteja convosco.
R. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
TOMADA DE POSSE
C. Seja lido o decreto de provisão Canônica.
Todos sentam-se e o chanceler da cúria, ou outro clérigo apresenta o decreto e lê do ambão.
DOM ERICK BRENO CARDEAL BERGOGLIO
POR MERCÊ DE DEUS E DA SÉ APOSTÓLICA
ARCEBISPO METROPOLITANO DO CEARÁ
DECRETO DE PROVISÃO CANÔNICA
Ao clero e a todos que a este leem,
Saudações e Bençãos da parte de Nosso Senhor.
___________________________________
Protocolo N° 020/2026
Fazemos saber que, atendendo as necessidades pastorais e espirituais da Arquidiocese Metropolitana do Ceará, após ter ouvido o Colégio de Consultores, que aprouve-lhe a este arcebispado, no que compete o seu múnus de governar, nomear o Rev.mo. Sr. Pe. GUILHERME LUCCHESE para o ofício de pároco da PARÓQUIA DE SANTA ANA com todos os direitos e deveres que o Código de Direito Canônico, nomeadamente os cânones 515 a 545, e as normas e diretrizes em vigor nesta nossa arquidiocese lhe conferem, pelo período de 90 dias (3 meses)
Conforme o Cânone 519, exortamos-lhe que, como pároco, V. Revma. assume o dever de exercer o ministério de Profeta, Sacerdote e Pastor:
"Como Profeta, deverá pregar a Palavra de Deus, não a sua; sem agredir nem injuriar ninguém; como Sacerdote, deverá celebrar com o povo o culto, isto é, os sacramentos, principalmente a santa Eucaristia; como Pastor, deverá acolher a todos com bondade, ir ao encontro sofredores e consolar os fiéis."
O pároco é o responsável pelos bens móveis e imóveis da sua comunidade, que deverá administrar conscienciosamente, auxiliado pelo conselho administrativo, sob a direção deste arcebispado, seguindo rigorosamente a legislação civil e as normas arquidiocesanas vigentes.
Recomendamos vivamente ao novo pároco que, no exercício deste múnus pastoral, procure cumprir tudo aquilo que lhe inspirar o bom zelo sacerdotal. Como cooperador nosso, muito lhe pedimos que ajude os fiéis a constituírem uma comunidade que acolha a todos, que seja missionária e solidária, plenamente inserida na Igreja Arquidiocesana e Universal do Ceará.
Cuide-se que esta provisão seja lida na solene concelebração Eucarística, ou então na celebração fora da missa com o rito de posse canônica e transcrita integralmente nos documentos da Igreja Matriz.
Dado e passado na Cúria Arquidiocesana do Ceará, aos quinze dias do mês de Abril do Ano Santo do Senhor de dois mil e vinte e seis, sob nossa assinatura.
Dom Erick Breno Cardeal Bergoglio
Arcebispo Metropolitano do Ceará
Dom Heitor Lopes
Chanceler Arquidiocesano
Todos:
Graças a Deus.
Em seguida, o presbitério nomeado se põe diante do bispo e se dá início ao rito de posse canônica.
Renovação das promessas Sacerdotais
C. Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito de prometeste na ordenação.
Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo ?
Pároco: Quero.
C. Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja ?
Nomeado: Quero.
C. Queres unir-te cada vez mais ao Cristo, sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser ele consagrado a Deus para a salvação da humanidade ?
Nomeado: Quero.
C. Queres, com dignidade e sabedoria, desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica ?
Nomeado: Quero, com a graça de Deus.
C. Prometes respeito e obediência (ao ordinário desta arquidiocese) a mim e aos meus (aos nossos) sucessores?
Nomeado: Prometo.
C. Deus, que te inspirou este bom propósito, te conduza mais à perfeição.
C. Caríssimo filho, neste momento fará sua profissão de fé diante de mim e de toda comunidade aqui presente.
Profissão de Fé
Pároco: Eu N. creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber: Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pela Conferencia dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.
O novo pároco impondo sua mão direita sobre o evangeliário, diz:
Eu, N., ao assumir o Ofício de *cargo*, Arquidiocese do Ceará, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios, pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este. depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.
Entrega dos Símbolos
O bispo então entrega ao novo pároco os símbolos do ofício assumido.
Entrega das chaves da igreja.
C. Recebe, filho caríssimo, as chaves desta Igreja. Lembra-te que ela pertence a Cristo Jesus, pois é Ele próprio por meio dos seus ministros, quem ensina, governa e santifica os fiéis. Imploro ao Pai Eterno que te faça sempre mais digno de exercer tão santas funções.
Entrega do livro dos evangelhos.
C. Recebe, ainda o Evangelho de Cristo, sê fiel anunciadores da Boa Nova do Senhor, instrua com fidelidade o povo a ti confiado, mediante os propósitos evangélicos.
*Pode ser feita durante a aclamação ao evangelho.
Entrega das oferendas que serão usadas na missa.
C. Recebe, filho dileto, o pão e o vinho, para oferecerdes o Santo Sacrifício pelo povo de Deus, pelo qual foste constituído sacerdote, profeta e rei.
*Pode ser feita antes do canto do ofertório.
Acolhida do Empossado
C. Eu, Dom N, *cargo*, declaro solenemente empossado como Pároco da *paróquia*, o Reverendíssimo N.
C. A paz esteja contigo.
Pároco: O amor de Cristo nos uniu.
Os outros sacerdotes podem saudar o novo pároco, enquanto isso entoa-se um canto.
A missa segue como de costume.
Caso haja entrada pontifical, omite-se o rito penitencial.
C. Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados
para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Confessemos os nossos pecados:
Todos:
Confesso a Deus todo-poderoso
e a vós, irmãos e irmãs,
que pequei muitas vezes
por pensamentos e palavras,
atos e omissões,
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,
E peço à Virgem Maria,
aos Anjos e Santos
e a vós, irmãos e irmãs,
que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal.
C. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,
perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
R. Amém.
Segue-se com as invocações.
V. Kýrie, eléison.
R. Kýrie, eléison.
V. Christe, eléison.
R. Christe, eléison.
V. Kýrie, eléison.
R. Kýrie, eléison.
Onde for prescrito, entoa-se o Glória.
Oração da Coleta
C. OREMOS
Faz-se um breve silêncio e continua:
Ó Deus,
esperança e luz dos que vos procuram com sinceridade,
humildemente vos suplicamos:
concedei aos nossos corações dirigir-vos uma fervorosa oração
e sempre participar do cântico de louvor em vossa honra.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
LITURGIA DA PALAVRA
Primeira Leitura
At 5,34-42
L. Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, Um fariseu, chamado Gamaliel, levantou-se no Sinédrio. Era mestre da Lei e todo o povo o estimava. Gamaliel mandou que os acusados saíssem por um instante. Depois disse: "Homens de Israel, vede bem o que estais para fazer contra esses homens. Algum tempo atrás apareceu Teudas, que se fazia passar por uma pessoa importante, e a ele se juntaram cerca de quatrocentos homens. Depois ele foi morto e todos os que o seguiam debandaram, e nada restou. Depois dele, no tempo do recenseamento, apareceu Judas, o galileu, que arrastou o povo atrás de si. Contudo, também ele morreu e todos os seus seguidores se dispersaram. Quanto ao que está acontecendo agora, dou-vos um conselho: não vos preocupeis com esses homens e deixai-os ir embora. Porque, se este projeto ou esta atividade é de origem humana será destruído. Mas, se vem de Deus, vós não conseguireis eliminá-los. Cuidado para não vos pordes em luta contra Deus!" E os membros do Sinédrio aceitaram o parecer de Gamaliel. Chamaram então os apóstolos, mandaram açoitá-los, proibiram que eles falassem em nome de Jesus, e depois os soltaram. Os apóstolos saíram do Conselho, muito contentes, por terem sido considerados dignos de injúrias, por causa do nome de Jesus. E cada dia, no Templo e pelas casas, não cessavam de ensinar e anunciar o evangelho de Jesus Cristo.
L. Palavra do Senhor.
R. Graças a Deus.
Salmo responsorial
Sl 26(27),1.4.13-14 (R. cf. 4ab)
R. Ao Senhor eu peço apenas uma coisa:
habitar no santuário do Senhor.
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
O Senhor é minha luz e salvação; *
de quem eu terei medo?
O Senhor é a proteção da minha vida; *
perante quem eu tremerei? R.
Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, *
e é só isto que eu desejo:
habitar no santuário do Senhor *
por toda a minha vida;
saborear a suavidade do Senhor *
e contemplá-lo no seu templo. R.
Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver *
na terra dos viventes.
Espera no Senhor e tem coragem, *
espera no Senhor! R.
Aclamação ao Evangelho
Mt 4,4b
R. Aleluia, aleluia, aleluia.
V. O homem não vive somente de pão,
mas de toda palavra da boca de Deus.
O diácono ou o presbitério, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do bispo, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O bispo diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios
para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:
em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono ou presbítero faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
Evangelho
Jo 6,1-15
L. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
L. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
R. Glória a vós, Senhor.
Enquanto isso o proclamador incensa o evangelho, e prossegue com a leitura:
Naquele tempo,
Jesus foi para o outro lado do mar da Galileia, também chamado de Tiberíades. Uma grande multidão o seguia, porque via os sinais que ele operava a favor dos doentes. Jesus subiu ao monte e sentou-se aí, com os seus discípulos. Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. Levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: "Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?" Disse isso para pô-lo à prova, pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer. Filipe respondeu: "Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um". Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse: "Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?" Jesus disse: "Fazei sentar as pessoas". Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens. Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes. Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: "Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca!" Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido.Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: "Este é verdadeiramente o Profeta, aquele que deve vir ao mundo". Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo para proclamá-lo rei, Jesus retirou-se de novo, sozinho, para o monte.
Palavra da Salvação.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Ofertório
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde,
sejamos, Senhor, acolhidos por vós;
e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido
que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Em seguida incensa-se as oferendas e circundeia o altar incensando-o.
Por fim, o celebrante entrega o turíbulo ao diácono, que o incensa, bem como os que o concelebram.
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote diz:
C. Orai, irmãos e irmãs,
para que o meu e vosso sacrifício
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
R. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,
para glória do seu nome,
para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Sobre as Oferendas
C. Senhor,
aceitai compassivo as oferendas da vossa família
e concedei que, sob o auxílio de vossa proteção,
não percamos os dons que nos destes
e alcancemos os bens eternos.
Por Cristo, nosso Senhor.
R. Amém.
Prefácio da Páscoa II
A Vida nova em Cristo
C. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
C. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
C. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
R. É nosso dever e nossa salvação.
Na verdade, é digno e justo,
é nosso dever e salvação
proclamar vossa glória, ó Pai, em todo tempo,
mas, com maior júbilo, louvar-vos neste tempo,
porque Cristo, nossa Páscoa,
foi imolado.
Por ele os filhos da luz
nascem para a vida eterna
e para os vossos fiéis
abrem-se as portas do reino dos céus.
Nossa morte foi redimida pela sua
e na sua ressurreição ressurgiu a vida para todos.
Por isso, transbordando de alegria pascal,
exulta a criação por toda a terra;
também as Virtudes celestes e as Potestades angélicas
proclamam um hino à vossa glória,
cantando (dizendo) a uma só voz:
Santo, Santo, Santo,
Senhor, Deus do universo!
O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor!
Hosana nas alturas!
Segue-se com a Oração Eucaristica.
Após a doxologia final, reza-se o rito da comunhão.
Rito da Comunhão
C. Obedientes à palavra do Salvador
e formados por seu divino ensinamento,
ousamos dizer:
E todos prosseguem com o celebrante:
Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu;
o pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.
E o celebrante prossegue sozinho:
C. Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
e dai-nos hoje a vossa paz.
Ajudados pela vossa misericórdia,
sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos,
enquanto aguardamos a feliz esperança
e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
R. Vosso é o reino,
o poder e a glória para sempre!
C. Senhor Jesus Cristo,
dissestes aos vossos Apóstolos:
Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.
Não olheis os nossos pecados,
mas a fé que anima vossa Igreja;
dai-lhe, segundo o vosso desejo,
a paz e a unidade.
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
R. Amém.
C. A paz do Senhor esteja sempre convosco.
R. O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
O celebrante parte a espécie eucaristica e coloca uma pequena parte no cálice, enquanto diz silenciosamente:
C. Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,
o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber,
nos faça participar da vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.
Em seguida, o celebrante reza em silêncio:
C. Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,
que, cumprindo a vontade do Pai
e agindo com o Espírito Santo,
pela vossa morte destes vida ao mundo,
livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue
dos meus pecados e de todo mal;
dai-me cumprir sempre a vossa vontade
e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
C. Eis o Cordeiro de Deus,
que tira o pecado do mundo.
R. Senhor, eu não sou digno
de que entreis em minha morada,
mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona de Comunhão - Rm 4, 25
O Cristo Senhor foi entregue por causa de nossos pecados
e foi ressuscitado para nossa justificação, aleluia.
O celebrante comunga as espécies.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
o Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
Após isso, o celebrante pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Depois da Comunhão
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz:
C. OREMOS.
Nós vos pedimos, Senhor:
guardai em vosso constante amor os que salvastes,
para que, redimidos pela paixão do vosso Filho,
se alegrem com a sua ressurreição.
Por Cristo, nosso Senhor.
R. Amém.
RITOS FINAIS
Faz-se breves avisos.
Benção
Na Missa pontifical, o celebrante recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
C. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
C. Bendito seja o nome do Senhor.
R. Agora e para sempre.
C. Nossa proteção está no nome do Senhor.
R. Que fez o céu e a terra.
Então o celebrante recebe o báculo, e diz:
C. Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo.
R. Amém.
Depois, o diácono ou o próprio celebrante diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
R. Graças a Deus.
Então o celebrante beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
