Rito de Posse | IV Arcebispo Metropolitano do Ceará

  


SANTA MISSA COM RITO DE POSSE CANÔNICA

IV ARCEBISPO METROPOLITANO

CEARÁ, BRASIL
V.VIII.MMXXVI

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TOMADA DE POSSE 
DO BISPO DIOCESANO
RECEPÇÃO NA PORTA DA IGREJA

RECEPÇÃO

O novo arcebispo, de veste coral, é recebido à porta da igreja catedral pelo reitor da igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o novo arcebispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

ENTRADA

O arcebispo adentra na igreja, enquanto canta-se um cântico apropriado.

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO

Depois, convém que o novo arcebispo seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, nessa mesma capela, reza, de joelhos, por alguns momentos. 

PARAMENTAÇÃO

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o novo arcebispo, o Núncio Apostólico, demais bispos presentes, sacerdotes concelebrantes, diáconos e ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.

PROFISSÃO DE FÉ E JURAMENTO DE FIDELIDADE
Seguindo o mandato do Santo Padre, o novo arcebispo na sacristia, prossegue:

Eu Dom Lucas Henrique Cardeal Lorscheider creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber:
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra,  de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz,  Deus verdadeiro de Deus verdadeiro,  gerado, não criado, consubstancial ao Pai.  Por ele todas as coisas foram feitas.  E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo,  no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado.  Ressuscitou ao terceiro dia,  conforme as Escrituras,  e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir,  em sua glória, para julgar os vivos e os mortos;  e o seu reino não terá fim.  Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho;  e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal.
Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes.
Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pela Conferencia dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

O novo arcebispo impondo sua mão direita sobre o evangeliário, diz:

Eu, Dom Lucas Henrique Cardeal Lorscheider  ao assumir o Ofício de Arcebispo Metropolitano, da Arquidiocese do Ceará, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento.
Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios, pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício.
Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas.
Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico.
Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, desempenharei fielmente o múnus que me foi confiado para edificar a Igreja, corpo de Cristo, na comunhão hierárquica com o Romano Pontífice e com os membros do Colégio Episcopal, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja.
Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.

PROCISSÃO DE ENTRADA 

Chegando ao altar e feita a devida reverência, o celebrante beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o Núncio Apostólico diz:
Pres.: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O Núncio, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A paz esteja convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

O Núncio poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia. Em seguida pede que sejam lidas as letras apostólicas.

Pres.: Sejam apresentadas e lidas, as letras apostólicas.

Em seguida, o chanceler, um presbítero designado, ou um diácono, realiza a leitura da Bula de Nomeação Episcopal

Bula de Nomeação | Arquidiocese do Ceará 


BENEDICTUS EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI


Ao dileto filho Lucas Card. Lorscheider,
 até então Bispo do Pilar
nomeado Arcebispo Metropolitano do Ceará,
saudação e bênção apostólica.

A profundeza da Cátedra de Pedro, a partir da qual, pela divina clemência, exercemos na terra o governo do orbe cristão, incita-nos assiduamente a prover à salvação de todas as Igrejas com sagaz empenho. Por esta razão, encontrando-se a Igreja Metropolitana do Ceará desprovida de seu próprio Pastor, em virtude da transferência do Nosso Venerável Irmão Erick Cardeal Bergoglio para a Diocese da Amazônia, imediatamente voltamos os Nossos cuidados a fim de providenciá-la, para que o rebanho do Senhor não careça por mais tempo do auxílio de um autêntico pastor.

Para ti, pois, Venerável Irmão, voltamos benignamente o nosso olhar e Nossa mente, cuja prudência pastoral, esplendor de virtudes e preclara doutrina brilharam lucidamente no governo da Diocese do Pilar. Julgamos-te, com efeito, ornado com estas qualidades de alma e com uma firme fidelidade para com esta Sé Apostólica, dotado de amplíssimas forças para governar dignamente tão grande Igreja Metropolitana.

Por cujo motivo, com o parecer do Dicastério para os Bispos e na plenitude da Nossa autoridade Apostólica, absolvendo-te do vínculo que te prendia à Diocese do Pilar, te constituímos e nomeamos Arcebispo Metropolitano do Ceará, concedendo-te todos os direitos, faculdades, honras e privilégios, bem como impondo os encargos e obrigações que por direito pertencem a tal grau e Sé.

Antes, porém, de tomares posse desta nova Sé, estarás obrigado a emitir publicamente a profissão de fé e a prestar o juramento de fidelidade a Nós e aos Nossos Sucessores, conforme as fórmulas estabelecidas.

Queremos, além disso, que esta Nossa Carta seja lida publicamente ao clero e ao povo no templo catedral do Ceará; e exortamos estes diletos filhos no Senhor a que te recebam com grande ânimo como a um pai e pastor, prestem-te a devida reverência e contigo cooperem incansavelmente na caridade cristã.

Datum Romae, apud Sanctum Petrum, die XXIX mensis VII, anno Domini bis millesimo vicesimo sexto, Pontificatus Nostri secundo.



BENEDICTUS PP. VIII


Ao fim da leitura da Bula, todos dizem: 
Ass.: Graças a Deus.

O Núncio então entrega o báculo pastoral e convida ao novo arcebispo que sente-se na sua cátedra. Entoa-se então um canto para o Colégio dos Consultores cumprimentar o novo arcebispo empossado.

HINO DE LOUVOR

Exceto nos domingos e nos dias de semana do Advento e da Quaresma, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.

Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém! 

ORAÇÃO DO DIA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o novo arcebispo abrindo os braços reza a oração;

Ó Deus, em cada uma das Igrejas que peregrinam pela Terra, manifestais a vossa Igreja una, santa, católica e apostólica. Concedei benigno à vossa família permanecer unida ao seu pastor, e, pelo Evangelho e pela Eucaristia, ser congregada no Espírito Santo de tal modo que expresse dignamente a universalidade do vosso povo, e se torne no mundo sinal e instrumento da presença de Cristo. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Primeira Leitura 
(Jr 31, 1-7)

O Senhor me ungiu e enviou-me para dar a boa-nova aos humildes.

Leitura do Livro do Profeta Jeremias

“Naquele tempo, diz o Senhor, serei Deus para todas as tribos de Israel, e elas serão meu povo”. Isto diz o Senhor: “Encontrou perdão no deserto o povo que escapara à espada; Israel encaminha-se para o seu descanso”.
O Senhor apareceu-me de longe: “Amei-te com amor eterno e te atraí com a misericórdia. De novo te edificarei, serás reedificada, ó jovem nação de Israel; de novo teus tambores ornarão as praças e sairás entre grupos de dançantes. Hás de plantar vinhas nos montes de Samaria; os cultivadores hão de plantar e também colher.
Virá o dia em que gritarão os guardas no monte Efraim: ‘Levantai-vos, vamos a Sião, vamos ao Senhor, nosso Deus’. Isto diz o Senhor: Exultai de alegria por Jacó, aclamai a primeira das nações; tocai, cantai e dizei: ‘Salva, Senhor, teu povo, o resto de Israel’”.

Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.:
Graças a Deus.


O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

Salmo Responsorial
(Jr 31, 10. 11-12ab. 13 (R. cf. 10d))

– O Senhor nos guardará qual pastor a seu rebanho.


— Ouvi, nações, a palavra do Senhor e anunciai-a nas ilhas mais distantes: “Quem dispersou Israel, vai congregá-lo, e o guardará qual pastor a seu rebanho!” ℟.

— Pois, na verdade, o Senhor remiu Jacó e o libertou do poder do prepotente. Voltarão para o monte de Sião, entre brados e cantos de alegria afluirão para as bênçãos do Senhor. ℟.

— Então a virgem dançará alegremente, também o jovem e o velho exultarão; mudarei em alegria o seu luto, serei consolo e conforto após a guerra. ℟.

Segue-se o Aleluia ou outro canto.
Enquanto isso, o novo arcebispo, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do novo arcebispo, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O novo arcebispo diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: 
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, Jesus retirou-se para a região de Tiro e Sidônia. Eis que uma mulher cananeia, vindo daquela região, pôs-se a gritar: “Senhor, filho de Davi, tem piedade de mim: minha filha está cruelmente atormentada por um demônio!” Mas, Jesus não lhe respondeu palavra alguma. Então seus discípulos aproximaram-se e lhe pediram: “Manda embora essa mulher, pois ela vem gritando atrás de nós”.
Jesus respondeu: “Eu fui enviado somente às ovelhas perdidas da casa de Israel”. Mas, a mulher, aproximando-se, prostrou-se diante de Jesus, e começou a implorar: “Senhor, socorre-me!” Jesus lhe disse: “Não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-lo aos cachorrinhos”. A mulher insistiu: “É verdade, Senhor; mas os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa de seus donos!” Diante disso, Jesus lhe disse: “Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como tu queres!” E desde aquele momento sua filha ficou curada.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O novo arcebispo beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé:

Símbolo Niceno-constantinopolitano:
Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se inclinam.
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Preparação das oferendas
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
O novo arcebispo, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Pres: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pres: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o novo arcebispo toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
Pres: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o novo arcebispo, demais bispos e padres presentes e o povo.
O novo arcebispo, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o novo arcebispo diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o novo arcebispo reza a oração sobre as oferendas.
Ao celebrar o memorial do imenso amor do vosso Filho, rogamos humildemente, Senhor, que, pelo ministério da vossa Igreja, o fruto da obra redentora sirva para a salvação do mundo inteiro. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

PREFÁCIO
(Cristo, fonte dos mistérios da Igreja)

Começando a Oração Eucarística, o novo arcebispo abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o novo arcebispo prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O novo arcebispo, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O novo arcebispo, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres:  Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Do coração do vosso Filho Jesus Cristo, eterno sacerdote, servo obediente e pastor dos pastores, brotam todos os ministérios na viva tradição apostólica do vosso povo peregrinante no tempo. Com a variedade de dons e carismas vós escolheis e constituis os dispensadores dos santos mistérios para que, em toda parte, sempre se ofereça o sacrifício perfeito, e com a palavra e os sacramentos se edifique a Igreja, comunidade da nova Aliança, templo do vosso louvor. Por esse mistério de salvação, unidos aos Anjos e a todos os Santos, entoamos alegres o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O novo arcebispo, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis  estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Bento, comigo vosso indigno servo, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.

1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.

2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

O novo arcebispo, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Pres.: Mistério da fé e do amor!
Ass.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

O novo arcebispo, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.

Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.

3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas Dom Manoel da Silva Gomes, Dom Antônio de Almeida Lustosa, Dom José de Medeiros Delgado, Dom Aloísio Cardeal Lorscheider, Dom Cláudio Cardeal Hummes, que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
O povo aclama:
Ass.: Amém. 

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O novo arcebispo abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O novo arcebispo prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O novo arcebispo une as mãos. 
O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O novo arcebispo, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O novo arcebispo une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O novo arcebispo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o novo arcebispo saúda o diácono ou o ministro.

Em seguida, o novo arcebispo parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O novo arcebispo, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O novo arcebispo faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para o banquete nupcial do cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O novo arcebispo, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

O novo arcebispo pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o novo arcebispo diz:

Pres: Oremos.
E todos, com o novo arcebispo, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:

Floresçam, Senhor, nesta vossa Igreja, e perdurem até o fim, a integridade da fé, a santidade dos costumes, o amor fraterno e a piedade autêntica; e não deixeis de conduzir com vossa proteção esta Igreja que sempre alimentais com a vossa Palavra e o Corpo do vosso Filho. Que vive e reina pelos séculos dos séculos
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém. 

Ao final, procede algum cântico para a saudação do novo Arcebispo.

ATA DE POSSE CANÔNICA

O Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse do Novo Arcebispo Metropolitano.

CHANCELARIA ARQUIDIOCESANA DE FORTALEZA

A todos que lerem estas nossas letras, saúde e paz da parte de Deus e do Senhor Jesus Cristo.

Prot. Nº 027/2026

ATA DE POSSE CANÔNICA

Aos cinco dias do mês de agosto do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, na Catedral Metropolitana de Nossa Senhora da Assunção, na cidade de Fortaleza, no território da Arquidiocese do Ceará, sob a presidência de sua Excelência Reverendíssima Dom Luiz Fernando (Núncio Apostólico no Brasil), na presença dos senhores cardeais e bispos, dos sacerdotes do clero metropolitano da Arquidiocese do Ceará, demais sacerdotes convidados e incardinados a diversas dioceses de nossa comunidade, na presença também de diversos religiosos e religiosas, autoridades civis e militares e do povo de Deus, foi apresentado e empossado o 4º Arcebispo Metropolitano de Ceará, o Eminentíssimo e Reverendíssimo DOM LUCAS HENRIQUE CARDEAL LORSCHEIDER. No início da cerimônia, o Excelentíssimo Dom Luiz Fernando apresentou algumas palavras sobre o pastoreio do Arcebispo em meio ao povo de Deus, enfatizou no trabalho necessário para o crescimento da Evangelização do povo de nossa Arquidiocese. Em seguida entregou o báculo ao novo arcebispo como símbolo do seu ministério pastoral, bem como deu a posse da cátedra ao novo arcebispo de onde presidirá toda a nossa comunidade eclesial arquidiocesana. Em seguida, tendo recebido a calorosa recepção por parte do colégio dos consultores, dos membros do clero e das autoridades civis e militares de nossa arquidiocese, o novo arcebispo deu seguimento a celebração. A Missa, seguiu-se como de costume e ao final da celebração o arcebispo empossado agradeceu a acolhida e carinho do clero, dos religiosos e do povo cearense.
Nada mais tendo a tratar eu, Pe. Guilherme Lucchese, chanceler arquidiocesano lavrei a presente ata que após lida foi por mim assinada, bem como também pelo Arcebispo empossado, por todos os Eminentíssimos cardeais, Excelentíssimos senhores bispos e arcebispos o colégio dos consultores e demais os sacerdotes presentes, representantes dos leigos e da vida consagrada.

Dado e passado na Cúria Metropolitana do Ceará, aos cinco dias do mês de agosto do ano da graça do Senhor de dois mil e vinte e seis sobre as nossas armas e selo da nossa chancelaria.

LUIZ FERNANDO ALVES SANTOS
Núncio Apostólico no Brasil

LUCAS CARDEAL LORSCHEIDER EP-M
Arcebispo Metropolitano empossado


PE. GUILHERME LUCCHESE
Chanceler da Arquidiocese 





BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faça-se a despedida. O novo arcebispo, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.:  O Senhor esteja convosco. 
℟.:  Ele está no meio de nós.

Pres.: Deus todo-poderoso vos abençoe na sua bondade e infunda em vós a sabedoria da salvação.
℟.:  Amém.

Pres.: Sempre vos alimente com os ensinamentos da fé e vos faça perseverar nas boas obras.
℟.:  Amém.

Pres.: Oriente para ele os vossos passos e vos mostre o caminho da caridade e da paz.
℟.:  Amém.

Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:
Pres.: 
 Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pai    e Filho    e Espírito    Santo.
℟.:  Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: 
 Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
℟.:  Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. 

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